Archive for July, 2007

Biblioteconomia e matemática??

A Teoria da informação é um ramo da teoria da probabilidade e da matemática estatística que lida com sistemas de comunicação, transmissão de dados, criptografia, codificação, teoria do ruído, correção de erros, compressão de dados, etc. Ela não deve ser confundida com tecnologia da informação e biblioteconomia.

Claude E. Shannon (1916-2001) é conhecido como “o pai da teoria da informação”. Sua teoria foi a primeira a considerar comunicação como um problema matemático rigorosamente embasado na estatística e deu aos engenheiros da comunicação um modo de determinar a capacidade de um canal de comunicação em termos de ocorrência de bits. A teoria não se preocupa com a semântica dos dados, mas pode envolver aspectos relacionados com a perda de informação na compressão e na transmissão de mensagens com ruído no canal.

Alguém me explica por quais malditos raios cobram isso em concurso? Ok, só pediram o nome da criatura, mas mesmo assim…

Não sabem que Biblioteconomia e Matemática só funcionam bem juntas em contos do Borges?

29?

Sempre acordo no dia de hoje com a mesma música na cabeça, que pensei em postar mas que descobri que não tenho em mp3 – absurdo!

Começa assim: perdi 20 em 29 amizades…

Nunca comemorei tanto um aniversário. Quinta, sexta, sábado, domingo e segunda, sendo que entre sexta e domingo comemorei nove vezes. Não que eu fiquei feliz em meu aniversário, mas eu gosto da data. Difícil explicar: eu fico meio assim por ser meu aniversário, mas fico feliz por estar no dia 29 de julho, como se essa data significasse outra coisa qualquer.

Registro aqui o melhor diálogo do dia:

william: bem feito que está velha. ngm mandou nascer
Carla: é :/
ninguém mandou, mesmo
pqp
:/
se tivessem mandado
Carla: do jeito que sou teimosa
Carla: n teria obedecido

Ah, sim: amigos, esqueçam de qualquer data. Passem reto por mim no Natal. Futuros namorados, esqueçam o dia em que nos conhecemos, esqueçam do dia 12 de junho. Nenhuma data importa. Só não deixem de jogar na minha cara que estou mais velha, é imperdoável ;)

Muita louça?

Isso não ecziste.

Ontem* recebi um punhado de amigos muy queridos. Entre idas e vindas, dez em um dia. Muita, mas muita louça.
Ou melhor: toda a louça da Casa da puny. Só que, como bem salientou a Ana quando me ofereceu ajuda, eu adoro lavar louça e todos sabem disso. Ou pelo menos deveriam saber, certo?

Assim que todos foram embora, eu reuni toda a louça na pia.

Por onde começar?, pensaria um amador.
Eu lhes digo por onde começar:

- pelo que quebra
- pelo que é mais delicado
- pela louça que mais pega ‘gosto’ de sabões e afins.

Isso mesmo, caros gafanhotos: copos. Lavei as taças e os copos de vidro.
O que vem a seguir? As canecas (servi chocolate quente). É preciso ter muito cuidado na hora de acondicioná-las em uma pia, para evitar quebras de asas (alças).

Na seqüência, os pratos de diversos tipos e tamanhos. Talheres (um pouco de água quente faz milagres) e, at last but not least, as panelas. Hoje (sim, escrevo esse post após terminar a louça), resolvi deixá-las para amanhã, posto que são só duas e que estou levemente cansada. Panelas precisam de força.

Atenção: antes de deixar um pouco de louça na pia pro dia seguinte, é bom tomar o cuidado de não deixar nenhum resto de comida e passar uma água quente. Evita a prenseça de seres indesejáveis na cozinha e facilita o trabalho.

*ontem para vocês, leitores. hoje, para mim que escrevo o post. Só o publicarei após corrigi-lo, no sábado.

Não fui questionada

Só que costumo responder sem que me perguntem.

A melhor música de amor de todos os tempos pra mim é

[audio:appleblossom.mp3]

White Stripes – Apple Blossom

Musiquinha de carente, pode ser. Só que tudo o que queremos é alguém que nos bote no colo e que nos deixe falar dos nossos problemas e apesar deles, ainda queira ficar conosco. De preferência, pra sempre.

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drops

Eu tenho um post pronto há uma semana; se eu publicasse na semana passada, pareceria recalque, hehe. Se eu publicá-lo hoje, parecerá recalque ainda. Enfim, enquanto eu existir e não souber lidar com números, parecerá recalque.

Mas juro que não se trata disso. Semana que vem haverá aqui um post sobre uma questão de concurso pra Bibliotecário. Já estão todos devidamente avisados.

——-

É reconfortante cuidar de uma criança e depois ouvir dela coisas como: quero te ajudar, eu entendo, etc.

——-

Eu preciso parar de ficar triste pelo que não foi feito pra mim. Quando eu aceitar de vez que nasci pra ser sozinha, as coisas ficarão mais fáceis. Eu já pensava assim antes e era feliz, a minha maneira, com isso. Só que sempre há algo pra estragar a minha calma. Não haverá mais. Voltarei a viver sem dessassossegos e, prometo: dessa vez nada nem ninguém vai tirar a minha paz.

Aliás, quanta posse nesse parágrafo. Mim, minha maneira, minha calma, minha paz. Porque algo precisa ser meu, nem que sejam os substantivos simples.

——-

Lembrei de algo que li há um tempo; não sei aonde estava escrito, se era prosa ou poesia, quem escreveu, nada. Sei que era uma mulher e que reclamava que não era autora da sua história. Ela dizia que só levava porrada e que, se fosse a autora da sua vida, escreveria uma história mais feliz. Lembro que era algo muito bonito e que me tocava profundamente, mas hoje eu discordo. De um modo geral, somos autores da nossa vidinha. Se a história está ruim e se só levamos porrada da vida, a culpa é nossa e de nossas escolhas equivocadas.

——-

Não colocarei tags específicas nessa miscelânea. Não dá pra indexar o que é vazio de sentido e confuso.
Eu, pelo menos, ainda não consigo.

drops

Eu tenho um post pronto há uma semana; se eu publicasse na semana passada, pareceria recalque, hehe. Se eu publicá-lo hoje, parecerá recalque ainda. Enfim, enquanto eu existir e não souber lidar com números, parecerá recalque.

Mas juro que não se trata disso. Semana que vem haverá aqui um post sobre uma questão de concurso pra Bibliotecário. Já estão todos devidamente avisados.

——-

É reconfortante cuidar de uma criança e depois ouvir dela coisas como: quero te ajudar, eu entendo, etc.

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Eu preciso parar de ficar triste pelo que não foi feito pra mim. Quando eu aceitar de vez que nasci pra ser sozinha, as coisas ficarão mais fáceis. Eu já pensava assim antes e era feliz, a minha maneira, com isso. Só que sempre há algo pra estragar a minha calma. Não haverá mais. Voltarei a viver sem dessassossegos e, prometo: dessa vez nada nem ninguém vai tirar a minha paz.

Aliás, quanta posse nesse parágrafo. Mim, minha maneira, minha calma, minha paz. Porque algo precisa ser meu, nem que sejam os substantivos simples.

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Lembrei de algo que li há um tempo; não sei aonde estava escrito, se era prosa ou poesia, quem escreveu, nada. Sei que era uma mulher e que reclamava que não era autora da sua história. Ela dizia que só levava porrada e que, se fosse a autora da sua vida, escreveria uma história mais feliz. Lembro que era algo muito bonito e que me tocava profundamente, mas hoje eu discordo. De um modo geral, somos autores da nossa vidinha. Se a história está ruim e se só levamos porrada da vida, a culpa é nossa e de nossas escolhas equivocadas.

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Não colocarei tags específicas nessa miscelânea. Não dá pra indexar o que é vazio de sentido e confuso.
Eu, pelo menos, ainda não consigo.

A obesidade é contagiosa??

Se é, a falta de princípios morais também deve ser, oras.

Ao perceber que todos a nossa volta são obesos, será que passamos a acreditar que esse é o “certo”?
Ao perceber que todos a nossa volta são imorais (ou amorais), será que passamos a acreditar que isso é o “certo”?

Com todas as forças eu gostaria de argumentar que as coisas não são assim, que não é porque a maioria acha a corrupção normal que ela aumenta, que não é porque muitos são obesos ou anoréxicos que eu serei obesa ou anoréxica.

Entretanto, como eu poderia manter meu argumento de que a opinião individual deve ser mais forte se eu mesma um dia sucumbi ao “se outros fazem, eu também posso” ?

Não, eu não posso.

Agora vocês me digam se eu não posso manter meus argumentos ou se eu não posso fazer o que me dá na telha.
Difícil escolher entre teoria e prática, não?

Lancheria do parque, domingo de tarde…

Eis que apareceu um sujeito vendendo algo pro pessoal da mesa em frente. O Daniel começou a rir e disse: é o sujeito da Bíblia pornô.

BÍBLIA PORNÔ?

- Carla, espera ele chegar aqui que tu vai entender.

Veio a nossa mesa um senhor aparentemente normal, com uns livrinhos na mão.
Muito risonho, ofereceu-me um sobre macumbas (?).
O Daniel pediu: nah, mostra o da Bíblia pornô pra ela.
O sujeito o corrigiu, dizendo que respeitava muito a Bíblia e que tinha feito apenas uma interpretação erótica (?!???) dela.
E gargalhava!

Eu, que posso até não ser crente mas respeito todas as religiões, fiquei com uma cara de espanto medonha.
A criatura passou então a me mostrar poesias dentro de origamis. Tentei saber o conteúdo deles, o assunto das poesias… sem sucesso: o sujeito a cada hora dizia uma coisa.

Agradeci a ele e não quis comprar nada, óbvio.

Com a minha negativa em adquirir um dos produtos, o distinto senhor criticou-me por não gastar com… CULTURA!

Eu duvido que ele ou qualquer um dos seus clientes gaste mais em cultura que eu!!!

Desisto dessa cidade, é um absurdo atrás do outro. Quando não há alguém vendendo absurdos, há alguém fazendo algo absurdo. Como a mendiga dançando pelada em frente ao bell’s, com adolescentes ensandecidos em volta a tirar fotos e a filmar.
A demência não tem limites.

Quatro dias

cama

Nunca dormi por tanto tempo no sofá da sala.
Desde a noite de quinta-feira eu não consigo dormir na minha própria cama.
Os motivos são dois: um emocional e outro físico. O físico? Bom, tenho em casa uma mocinha que sonha à noite e que resolveu dormir com a mamãe. Houve um acidente durante a madrugada, que a fez voltar pra cama dela após um banhinho e que me obrigou a dormir no sofá.

Na sexta eu não consegui voltar pra cama. No sábado dormi lendo, no domingo fiquei com preguiça de separar lençóis…
Hoje minha mãe apareceu aqui, pela manhã.
Eu ainda dormia no sofá; lógico que a Marisa estranhou e perguntou o motivo.
Contei a ela o que aconteceu na quinta-feira. Ela examinou o colchão e decretou perda total.

Hoje? Eu volto pra minha cama. Ganhei um colchão novinho de aniversário.
Pedi uma alma nova de presente, mas ninguém me atendeu ainda.

P.S. : ganhei outro PRESENTAÇO hoje. Um Jogador. Quem me deu? O William!
Sei que o moço estará ausente da internet nas próximas semanas, mas não importa, ele já leu meu agradecimento por e-mail.

Calma

esperando

Porque há comunidade pra tudo.
Tudo mesmo.

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