Archive for March, 2007

Uma SENHORA descoberta

A .ju indicou-me essa bandinha fantástica: Rilo Kiley.

Após penar muito, encontrei o EP The Initial Friend.

Os outros disquinhos deles também são muito bons. As músicas que mais recomendo são The Frug, I Never e Does he love you?.

Revistinhas

Há muito não sabia o que era comprar alguma revista, especialmente depois que passei a ter acesso à veja integralmente pela internet. Hoje passei em frente a uma banca bem recheada de coisas boas e fiz uma festa. Sei que o mês está no final e que as revistas estão velhas; entretanto, é o tipo de conteúdo que não envelhece em um mês ou dois.

São elas:

  • Entrelivros n. 23, mar. 2007;
  • Língua Portuguesa – entrevista com o Alain Rey (meu dicionarista querido ;~) e Paulo Autran (melhor recitador de Pessoa) na capa! – n. 17, mar. 2007;
  • Língua Portuguesa especial Etimologia n. 2, mar. 2007;
  • Piauí n. 6, mar. 2007

Sei que eu demorarei a terminá-las, mas já fiz leiturinha técnica, mapeando os artigos que lerei primeiro e tudo o mais. A EntreLivros continua decepcionante, mas eu não desistirei fácil dela; é minha terceira compra. Um dia eles hão de dizer algo que valha o preço pago. As outras publicações caem em minhas mão pela primeira vez, espero que não decepcionem.

Mães e filhas

- Filha, você me decepcionou.

- Juro que se eu tivesse sentimentos teria ficado triste.

(créditos: Loiva)

Encontros e desencantos

Quem vive de busca, como eu, sabe o quanto encontrar pode ser frustrante.

Não falo só de resultados, de pesquisas, da felicidade. Ao encontrar alguém a situação fica bem nítida: esperamos algo e… Ou constatamos que o esperado aconteceu -  sim, continua igualzinho(a) -, ou a mudança é tão grande que passa a ser negativa – como engordou, emagreceu, emudeceu.

Só para mim reencontros são assim, decepcionantes? Serei eu crítica demais a ponto de sempre achar defeitos nos ex-amigos, ex-colegas, ex-conhecidos? Não, nada disso. É, como bem define uma colega filósofa, uma sensação de que aquilo, aquele mundo, aquele passado não me pertence mais. Estranho pensar que um dia eu participei daquele mundinho, que por mínimos instantes estive também sentada a mesa, a achar graça da vida.

Hoje também acho, mas prefiro ficar de pé e participar a sentar-me e observá-la.

Histórias fantásticas

Quando li Diálogos entre Borges e Sabato fiquei muito curiosa sobre um cara que apareceu na conversa: Adolfo Bioy Casares.
Em um passeio pela Cultura, apareceu-me repentinamente uma pilha de livros lindamente encadernados, que apresentavam em letras garrafais a palavra BIOY.

Pensei: um deles é meu. Comprei e comecei a lê-lo, por supuesto. O início é fantástico, realmente. Povoado de contos excelentes. Perto do final, identifiquei um ou dois contos muito desestimulantes. Dei-me uma pausa de leituras semana passada. Finalmente, hoje tomei coragem e terminei a leitura.

Gostei deveras do autor e já peguei outro livro dele na UFRGS. Especialmente por ele ser do tipo fantástico, mas bem realista. Nada de fantástico em excesso e contos sucintos, como o que eu identifico de ruim nos piores contos do Borges. Entretanto, são dois autores incomparáveis. Não devemos comparar amigos, é falta de educação e respeito, haha.

Também não posso compará-lo ao Cortázar. Digamos que falta um pouco de verborragia, ainda bem.
Se eu precisasse colocá-los numa reta, o Bioy ficaria exatamente no centro. O Sabato estaria de fora por ser totalmente diferente desses três.

Enfim, cansei-me dos argentinos, volto aos russos por um tempo.

UFRGS e impostos

O que o R.U., o dinheiro dos impostos e esse tópico têm em comum?

Continue reading ‘UFRGS e impostos’

Infantil

Hoje já é domingo? Pois nem parece. Cometi loucurinhas impulsivas na sexta e o resultado é uma viagem na Páscoa. Sábado eu segui meu treinamento de W.E., já que meu irmão adorou se divertir comigo, i.e., rir da minha cara. Consegui fazer um gol e comemorei como se fosse uma final de copa do mundo. Continuo, entretanto, movimentando-me de forma ridícula. Eu não nasci para mexer em botões. Sim, teclados também são complicados para esta mocinha, basta observar meus erros de digitação.

Descobri, na manhã de domingo, um cd com músicas da Jovem Guarda entre minhas mp3.  Não preciso dizer o quanto a Alie riu da minha performance: “Ana Mariiia entrou na cabineeee/e foi vestir um biquíni legaaal/mas era tão pequenino o biquíííni/que Ana Mariia até sentiu-se mal”.

Dormi atééé nove e meia. Acordei sete e dez como sempre, mas voltei a dormir. Dormir, dormir, dormir, tão bom. Pão de queijo: fiz uma fornadinha e comemos com requeijão. Almoçamos duas da tarde. Mãe veio e fez tudo pra mim. Senti-me paparicada.

Assisti a dois filmes; gostei de ambos, mas não quero falar a respeito nesse post. Quero só que acreditem na minha palavra: comportei-me como uma pré-adolescente feliz. Eu chamava a atriz principal por seu nome; ria e comia pipocas; comia sorvete e deixava cair; enchi-me de sushi.

Definição de infantilidade: ver o mundo cair e dar risadas, ser fútil e não preocupar-se com nada*. Queria continuar como hoje para sempre. Quem disse que a felicidade é passageira? Às vezes sinto que a minha veio para nunca mais abandonar-me. Como isso aconteceu? Simplesmente estou conseguindo parar de me preocupar e aproveitar. Espero levar a vida assim até os 30 ou 40, pelo menos. Aí voltarei a resmungar: rugas, solteirice, blá, blá, blá.

*Posso ser infantil, mas não sou irresponsável. Não me preocupo com o que não me diz respeito, com o que não posso mudar. Cumpro minhas obrigações, faço o possível e o impossível por quem merece.

Esse post é uma resposta. Quem ficar bravo que siga o ditado.

Infantil

Hoje já é domingo? Pois nem parece. Cometi loucurinhas impulsivas na sexta e o resultado é uma viagem na Páscoa. Sábado eu segui meu treinamento de W.E., já que meu irmão adorou se divertir comigo, i.e., rir da minha cara. Consegui fazer um gol e comemorei como se fosse uma final de copa do mundo. Continuo, entretanto, movimentando-me de forma ridícula. Eu não nasci para mexer em botões. Sim, teclados também são complicados para esta mocinha, basta observar meus erros de digitação.

Descobri, na manhã de domingo, um cd com músicas da Jovem Guarda entre minhas mp3.  Não preciso dizer o quanto a Alie riu da minha performance: “Ana Mariiia entrou na cabineeee/e foi vestir um biquíni legaaal/mas era tão pequenino o biquíííni/que Ana Mariia até sentiu-se mal”.

Dormi atééé nove e meia. Acordei sete e dez como sempre, mas voltei a dormir. Dormir, dormir, dormir, tão bom. Pão de queijo: fiz uma fornadinha e comemos com requeijão. Almoçamos duas da tarde. Mãe veio e fez tudo pra mim. Senti-me paparicada.

Assisti a dois filmes; gostei de ambos, mas não quero falar a respeito nesse post. Quero só que acreditem na minha palavra: comportei-me como uma pré-adolescente feliz. Eu chamava a atriz principal por seu nome; ria e comia pipocas; comia sorvete e deixava cair; enchi-me de sushi.

Definição de infantilidade: ver o mundo cair e dar risadas, ser fútil e não preocupar-se com nada*. Queria continuar como hoje para sempre. Quem disse que a felicidade é passageira? Às vezes sinto que a minha veio para nunca mais abandonar-me. Como isso aconteceu? Simplesmente estou conseguindo parar de me preocupar e aproveitar. Espero levar a vida assim até os 30 ou 40, pelo menos. Aí voltarei a resmungar: rugas, solteirice, blá, blá, blá.

*Posso ser infantil, mas não sou irresponsável. Não me preocupo com o que não me diz respeito, com o que não posso mudar. Cumpro minhas obrigações, faço o possível e o impossível por quem merece.

Esse post é uma resposta. Quem ficar bravo que siga o ditado.

Homenagem sincera aos blogueiros e fofológueres

Vocês sabem. Há erros que, claramente, são de digitação. Outros já trazem as digitais do energúmeno, como “sózinho”, por exemplo. A besta poderia ao menos ter escrito “sòzinho”, em homenagem ao padrão anterior à reforma ortográfica de 1971. Foi uma reforma, como quase todas, para pior.¹

Erros de digitação todo mundo comete. Vírgulas, concordâncias, vá lá, crases e acentos diversos, tudo isso eu aceito como erros normais e, confesso, – envergonhada! – também erro. Erro demais, até. Ando insuportavelmente desleixada e pretendo mudar isso.

Enquanto alguns blogueiros por aí admitem suas limitações e tentam aprimorar-se, outros… pioram a cada dia, visivelmente. A leitura de diversos blogues e fofologues² está demasiado complexa para essa simples mortal, que leva minutos para traduzir o miguxês e horas pra ordenar frases soltas e sem sentido.

Decidi, pois, render-me a tecnologia e parar de visitá-los diariamente. Minha página inicial do Google será meu leitor de RSS. Assim, mantenho-me relativamente informada e poupo meus olhinhos de disparates. A leitura de títulos não fará tão mal quanto a de parágrafos e mais parágrafos desses horrores presentes no mundinho virtual.

(para ler as notas, clique no linque abaixo)

Continue reading ‘Homenagem sincera aos blogueiros e fofológueres’

Meu Google é bonito!

P

Quer também? Não, não precisa mandar essa mensagem pra dez pessoas.

Basta usar a página inicial em inglês e se divertir trocando de tema.

Next Page »


Feed Oficial!

 

March 2007
M T W T F S S
« Feb   Apr »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Blogroll

O que estou ouvindo?

Flickr Photos

Carla e Alice

Saiu um sorriso!

Bailarina & mãe coruja

Coleguinhas

Coleguinhas

More Photos